Prefeitura Municipal de Tamarana | Apesar do inverno, Tamarana passa por médio risco de infestação de dengue

Apesar do inverno, Tamarana passa por médio risco de infestação de dengue

  Data da Publicação: 25/07/2019
Apesar do inverno, Tamarana passa por médio risco de infestação de dengue

* Já chega a 29 o número de tamaranenses infectados pela dengue em 2019. Passa de 230 a quantidade de notificações de casos suspeitos (Reprodução/Pixabay)

A quantidade de criadouros do mosquito transmissor da dengue em Tamarana atingiu seu menor patamar em 2019. Ainda assim, a Secretaria municipal de Saúde alerta que a cidade não vive situação confortável. Pelo contrário: o mais recente Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) feito pelo setor de Combate a Endemias contabilizou 3% de registro de focos do vetor, dado que coloca o município em condição de médio risco de infestação.

Em janeiro, o LIRAa havia sido de 5,1%. Em março, subiu para 8,8%, um dos maiores dos últimos anos. Já em maio, o número caiu para 5,3%. “O clima frio nos ajudou um pouco, mas, pelo que os especialistas esperam, no próximo verão podemos ter um alto índice de pessoas doentes. Não dá para esperar isso acontecer”, advertiu o coordenador municipal de Combate a Endemias, Guilherme Garcia.

Este ano, de acordo com dados da Secretaria municipal de Saúde, 29 tamaranenses contraíram dengue: 25 deles foram picados pelo Aedes aegypti na própria cidade e outros quatro se infectaram em outros municípios. Além disso, já são 238 notificações de casos suspeitos da doença. As informações são relativas a até meados de julho.

O novo LIRAa percorreu mais de 200 imóveis da zona urbana e encontrou criadouros do mosquito em sete deles. O levantamento ocorreu nos cinco primeiros dias de julho. “A gente bate na mesma tecla: cada um tem que cuidar de seu quintal. Dependemos da colaboração dos moradores, dos comerciantes, dos responsáveis pelos imóveis”, reforçou o coordenador de Combate a Endemias.

“Outro problema que a gente tem são as pessoas que jogam lixo em terrenos baldios e fundos de vales. Existem os serviços de coleta de lixo reciclável e comum, não tem porquê ficar jogando lixo na frente de casa. Quem sofre é a vizinhança”, finalizou Guilherme Garcia.


Lucas Marcondes Araújo - Comunicação/PMT